Cristais na iluminação: conheça as diferenças


Cristais são uma das melhores formas de decorar nossa casa, deixando ela com requinte e sofisticação. E o bom é que existem diversas opções nesse meio, aumentando a chance de criarmos algo exclusivo. Que tal descobrir um pouco mais sobre o mundo dos cristais?


No post de hoje iremos explicar de onde eles vieram, o que diferencia um cristal de um vidro comum e iremos mostrar quais os tipos mais utilizados no mercado. Ao final do texto, você terá um link para comprar os produtos que viu no vídeo, caso tenha interesse. Não deixe de conferir!


O que define um cristal


O cristal tem uma grande semelhança com o vidro, vindo da areia aquecida. A diferença é que o cristal tem a adição de óxido de chumbo em sua composição, o único elemento que o diferencia do vidro.


O que vai definir a qualidade e aceitação de um material como cristal ou vidro são as especificações técnicas de órgãos reguladores.


Por exemplo, nos Estados Unidos considera-se que a partir de 1% de óxido de chumbo, o produto já é cristal. Já na Europa o mínimo de óxido para ser considerado cristal é de 10% da composição. Vale ressaltar que números próximos de 1% denotam uma baixa qualidade do produto.


Cristais de boa qualidade se encontram por volta dos 24% de óxido de chumbo, como os Asfour Egípcio e os Swarovski, que situam-se nos 30%. Mesmo que a princípio pareça a mesma coisa, peças de melhor qualidade possuem um prisma de cores mais amplo, como podemos ver na imagem abaixo.


Figura 1 - Cristais de qualidade possuem prisma maior


Breve história do cristal


Os cristais surgiram por causa dos lustres. Por volta do século 17 os lustres apareceram e eram utilizados com latão, metais e espelhos, já que não havia cristais nesta época. Apesar de dar um bom resultado, o uso de espelhos era dificultado por não ser simples corta-los e por quebrarem com facilidade.


Foi então que o inglês George Ravenscroft, durante seus experimentos, percebeu que a adição de óxido no chumbo na composição do vidro permitia uma melhor manipulação deste, sendo mais fácil lapida-lo e manter a textura lisa.


Hoje o aspecto aceitável de um bom cristal é ter uma textura lisa e macia ao toque.


Após essa descoberta, a ideia do óxido de chumbo se espalhou pelo mundo, principalmente no mercado europeu. Chegando ao século 18, vemos uma invasão de lustres nas casas dos nobres e da realeza. Foi nessa época que os cristais Swarovski foram desenvolvidos por Daniel Swarovski.





Ele foi responsável por aperfeiçoar a técnica de lapidação do cristal, aumentando o percentual do óxido de chumbo. É bom lembrar que esse número não pode ser muito elevado, correndo-se o risco de deixar o cristal turvo. Isso geralmente ocorre após os 38%.


Daniel morava em Murano, na Itália. Além dele, havia uma cultura nesta cidade em torno dos lustres e cristais, sendo que hoje a cidade é muito conhecida por isto, dando até mesmo nome para determinado tipo de vidro.


Durante o reinado de Luís XIV na França, uma das suas decisões foi a de povoar uma sala do Palácio de Versalhes com inúmeros lustres de cristal. Essa obra-prima existe até hoje e é um dos pontos mais visitados por turistas na França. Se você quer ter uma ideia de como essa é uma sala imponente, olhe na imagem abaixo.



Figura 2 - Palácio de Versalhes e seus cristais


Tipos de cristais


Agora que você já conhece um pouco da história e de como os cristais são compostos, que tal conhecer os tipos de cristais e ver qual combina mais com seu lar? Vamos lá!


Mandala


Hoje são os mais utilizados em iluminação. Podem ser usados em plafons e alguns tipos de arandelas, e até mesmo em pendentes. No exemplo abaixo, utilizamos diferentes tamanhos para que o pendente ficasse com um design diferenciado. O bom de fazer isso é fugir um pouco das bolas, que são o design mais utilizado em iluminação.







Figuras 3 a 5 - Utilização do tipo Mandala


Placa ou Bacalhau


Esse já é um cristal utilizado em peças mais clássicas, como os lustres Maria Teresa. Nesse caso é utilizado bastante cristal nos braços e no centro, assim como o design destes lustres.







Figuras 6 a 8 - Utilização do tipo Placa ou Bacalhau


Cristal Pirulito


Esse modelo é mais usado para acabamentos, podendo aparecer em lustres, plafons e até mesmo arandelas. Se você procura uma peça com design desnivelado, essa acaba sendo a melhor escolha.









Figuras 9 a 12 - Cristais do tipo Pirulito


Bola


Hoje estes são os tipos mais conhecidos e utilizados de cristais, estando presentes em luminárias, plafons, lustres e abajures. Uma das suas principais características é o fato de ter uma refração muito interessante, além de diferentes tamanhos.








Figuras 13 a 16 - Utilização de cristais do tipo bola


Retângulo


Este é o modelo mais usado para dar acabamento na lateral de plafons e lustres, junto do cristal peão, que costuma ter o mesmo efeito de placas e bolas, dando também certo acabamento no final dos lustres.









Figuras 17 a 20 - Cristais com formato retangular


Amêndoas


Nesta categoria existem, geralmente, três cores:

transparente, que é a mais usada

âmbar/champangne, que está sendo muito usada atualmente

fumê ou black, podendo ser usados em lustres, maria-teresas, sob-medida, pendentes, etc.


Uma das vantagens deste cristal é sua diversificação de design, havendo desde lapidações mais pontudas como aquelas mais quadriculadas.








Figuras 21 a 24 - Cristais do tipo amêndoas>


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Clique na foto abaixo para assistir o vídeo:

tipos de cristais na iluminação

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